(Postagem referente ao dia 01.06.2011)
Organizando um casamento em um ano (bissexto).
sábado, 11 de junho de 2011
E começa a maratona da entrega dos convites...
(Postagem referente ao dia 01.06.2011)
terça-feira, 31 de maio de 2011
New message: You’ve got an invitation!
domingo, 29 de maio de 2011
O segredo está nos detalhes
Convite é para convidar!
Combinar ou não combinar?
Não basta convidar, tem que encantar
O primeiro item da sua lista de coisas a organizar para o casamento já estava mais ou menos encaminhada. A lista de convidados já tinha se delineado e, apesar da possibilidade de mudanças até a impressão e distribuição dos convites, sabia que não iria ser muito diferente do que já estava definido.
Foi assim, divagando na ida ao trabalho, que se deu conta de um item indispensável: os convites. E, foi então, que ela quase bateu o carro de tão absorta que estava com a infinidade de dúvidas que tinham, de repente, tomado suas idéias.
Ela sabia que muitas pessoas não dão a devida importância ao convite, do que quer que seja, mas isso não se aplicava a ela. Convites de aniversário, formatura, ou de qualquer pequena reunião que promovia, eram pensados e preparados cuidadosamente, ainda que dentro das proporções do evento.
Para ela, o convite era o que devia simbolizar a festa, logo de início, até porque, como todo mundo sabe, “a primeira impressão é a que fica”.
Escolher seu convite de casamento tinha que ser algo especial, praticamente um amor à primeira vista. Não desejava, de forma alguma, ser convencida que um determinado modelo era melhor que os outros. Deveria haver uma empatia instantânea com o modelo.
De outro lado, ela sabia também de alguns critérios básicos para a escolha. “Nada de muitas inovações”, ela falou para sim mesma quando desligou o carro no estacionamento do prédio onde trabalhava.
Saiu do carro em direção ao elevador, pensando que casamento, em si, tem uma formalidade inerente, então não dava para ser convite de casamento com cara de convite de “churrascão” de domingo, ainda que fosse essa a opção da festa.
Imaginava que seu convite deveria ter a cara da festa do seu casamento, baseado no seu jeito e no dele. Sabia que muitas iam ser as escolhas a fazer: tamanho, cor, letra, tipo, forma de indicação do destinatário, apresentação, e outras infinidades de coisas, mas todas elas deveriam estar alinhadas com seu próprio gosto.
Ela, por fim, decidiu pesquisar estilos, cores e formatos, para, só então, escolher o que mais lhe agradava. Porque até aquele momento ela só sabia que queria algo leve, não muito inovador, e, definitivamente, isso não era suficiente para embasar sua escolha.
Na volta para casa, iria abrir sua gaveta de “coisas a jogar fora um dia”, resgatar vários convites que tinham recebido nos últimos tempos e que tinha gostado, ia pesquisar e começar a visitar gráficas. Ela sabia, que cada vez mais, teria que tomar as rédeas da organização do casamento e “colocar a mão na massa”.
Foi então que encontrou a definição exata do que queria do convite do seu casamento, justo na hora que entrava no trabalho. Parou e pensou que, na verdade, queria um convite que fizesse os convidados terem vontade de ir para sua festa, e que os encantasse desde o primeiro momento.
“É isso”, pensou satisfeita, “meu convite tem que ser encantador!”
(Postagem referente ao dia 26.05.2011)
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Auto-convites e abstenções: contar com eles?
Depois da conversa com sua mãe, ficou com uma pergunta martelando na cabeça.
“Como é que eu faço uma festa, convido as pessoas porque quero que elas possam estar comigo neste dia, mas acabo contando com a falta delas para saber o número de convidados?”
Era mesmo estranho. Porque, no fundo, o que ela queria mesmo é que todas as pessoas que ela convidassem pudessem ir na sua festa. É mesmo estranho convidar esperando que não vá.
Enfim, seria mesmo uma pena não poder contar com a presença de todos, mas acabou se convencendo que, de fato, nem todo mundo poderia ir para sua festa.
Até porque seria a melhor oportunidade de juntar seus amigos, os amigos dele, os amigos dos pais, só gente querida, num lugar só.
Foi conversando com amigos, pessoas próximas, quem se casou e quem está para se casar, todos tinham a mesma impressão que o grande primeiro desafio era desenvolver essa fórmula complicadíssima:
(Número de convites X 3) – 20% = quantidade real de convidados numa festa.
Isto mesmo, chegou a conclusão que havia uma abstenção media de 20% de convidados. Eram 20% das pessoas que poderiam estar lá mas não estão.
O segredo de tudo isso é não achar que, por causa dos 20% a menos, você pode convidar 20% a mais, senão a conta fica ainda mais complicada.
Fez e refez a lista final pelo menos uma centena de vezes. Asteriscos aos montes do lado das pessoas que poderiam ser cortadas (existe coisa mais difícil que cortar lista de convidados?), os na cor vermelha eram os que não podiam faltar mesmo (ai deles que se abstivessem de ir), e lá iam tantas as marcações que ela mesma se perdia.
Foi então que começou a perceber um fenômeno curioso: além da sua lista de convidados espontâneos, começaram a pipocar auto-convites, em toda parte. ã academia, no shopping, no salão, no barzinho.
A culpa era mesmo dela porque, em razão da sua felicidade estampada, não tinha como evitar a primeira novidade que lhe vinha na cabeça ao encontrar um conhecido: Vou casar!
Essa frase era necessariamente acompanhada de um sonoro “me convide”! Restava saber se estas pessoas estariam incluídas nos 20% que não vão.
Engraçado isso, já estava contando com os lugares vazios. Precisava agora parar de rodar por aí, senão não saberia onde sua lista iria parar.
(Postagem referente ao dia 24.05.2011)